As mais incríveis imagens de aves em pleno vôo


Sejamos como os pássaros que, ao pousarem um instante sobre ramos muito leves, sentem os ceder, mas cantam! Eles sabem que possuem asas.
Victor Hugo

Fotos: Gerry Sibell

Conheça as 10 árvores mais famosas do mundo!


O Cipreste Solitário


Este Cipreste solitário se tornou o simbolo da acidentada costa norte da Califórnia. Com cerca de 250 anos, o cipreste, na verdade antecede a maior parte dos assentamentos da região. Inumeras batalhas legais já foram travadas por pessoas requerendo a guarda do famoso Cipreste solitário.

O Carvalho Gigante

Este enorme carvalho com cerca de 800 anos, vive nas florestas de Sherwood da Grã-Bretanha. Segundo a lenda local, o carvalho gigante foi usado como abrigo por Robin Hood e seus homens, seu tronco oco é um esconderijo perfeito. Em 2002, o Carvalho Gigante foi eleita árvore simbolo da Grã-Bretanha. Nos últimos anos, a polícia tem reprimindo pessoas que vendem as sementes do velho carvalho, via internet e para todo o mundo.

A árvore prisão

Este Baobá era usado como uma prisão temporária pela polícia da Austrália, quando transportavam prisioneiros aborígenes das suas casas para campos de trabalho no final do século 19. Hoje em dia, a árvore serve como um lembrete de tempos que ficaram para tráz.

A árvore da vida

Milhares de turistas viajam para o deserto do Bahrein para conhecer uma solitária algaroba, considerada um milagre da natureza. Conhecida como “A Árvore da Vida” , extraordinariamente saudável, ela cresce em meio ao deserto sem qualquer evidência de água.
Até hoje, ninguém está realmente certo de como a árvore conseguiu sobreviver no meio de um deserto árido, sem nenhuma outra vegetação ao redor. Como se diz: Onde há vida, há esperança, e A Árvore da Vida, é fonte de esperança a todos que a visitam.


Árvore Candelabro

Durante a década de 1930, o progresso e as florestas do norte da Califórnia Redwood se cruzaram, no caminho das estradas se encontravam árvores centenárias, nas quais túneis foram esculpidos para permitir a passagem dos carros. Hoje em dia, Árvores Drive-thru como esta, tornaram-se símbolo de uma época onde o progresso e a natureza estavam em conflito direto. Desta época para cá o conflito do homem com a natureza só fez crescer.

A árvore de Anne Frank


Conhecida como a árvore de Anne Frank , este espécime imponente deu esperança a mais famosa diarista do mundo durante os anos da clandestinidade desde sua captura pelos nazistas. Frank descreve a árvore em O Diário de uma rapariga: “Quase todas as manhãs vou ao sótão para soprar o ar abafado de meus pulmões, do meu lugar favorito no chão, eu olho para o céu azul e a castanheira desfolhada , em cujos galhos brilham pequenas gotas de chuva, como prata, e com as gaivotas e outros pássaros que deslizam no vento. Enquanto isto existir, eu pensei, e eu possa viver para vê-lo, este sol, o céu sem nuvens, enquanto isto durar não poderei ser infeliz. “

As árvores da lua

Em 1971, os astronautas da Apollo 14 Stuart Roosa carregava consigo centenas de sementes de cinco diferentes tipos de árvores para a lua como parte de uma experiência para o Serviço Florestal dos EUA .

De volta à Terra, quase todas as sementes germinaram. Hoje, as “Árvores da Lua” se encontram espalhadas por todo o mundo, até mesmo no Brasil.

Árvore do Buda


Poucas árvores na Terra têm o significado espiritual da Árvore Bodhi no leste da Índia. De acordo com textos antigos, Sidarta Gautama, fundador do budismo, passou uma semana olhando para uma árvore de Bodhi, neste local, em gratidão por ter conseguido alcançar a iluminação. A árvore tornou-se um local sagrado para os Budistas, atraindo peregrinos de todo o Mundo. Depois que a árvore morreu, foi substituída por uma descendentes direta.

Hyperion – A rainha das árvores

Hyperion é o nome da árvore mais alta da Terra, com 115 metros de altura. Se trata de uma sequóia e foi descoberta no Parque Nacional Redwood, ao norte de São Francisco, por cientistas americanos, que se dedicaram a percorrer estas florestas localizadas na região litorânea da Califórnia.

A Califórnia também é o berço da árvore mais volumosa do mundo, a sequóia gigante (General Sherman), no Parque Nacional das Sequóias, e da mais velha, chamada Matusalém, que tem cerca de 4.650 anos.

Cedros de Deus

 
O mais famoso bosque de árvores do Líbano, conhecido como os Cedros de Deus, teve um papel tão importante na história, sendo mencionado diversas vezes na Bíblia. Estas árvores estão localizadas em um local remoto, e são tudo o que restou de uma enorme floresta de cedros, que foi amplamente desmatada ao longo da história pelo homem, desde os Reis Salomão, Nabucodonosor.

A citação da Bíblia mostra a reputação alcançada por estas árvores: “As árvores do Senhor são bem regadas, os cedros do Líbano que ele plantou.”

Árvore mais antiga do Brasil

A árvore mais antiga do País é um jequitibá-rosa do Parque Estadual de Vassununga, que se localiza no município de Santa Rita do Passa Quatro, a 253 km de São Paulo. Com aproximadamente 3 mil anos de idade, a árvore tem 40 m de altura e cerca de 3.60 m de diâmetro.

Segundo a Prefeitura do município, a quantidade de madeira produzida por este jequitibá-rosa seria de 190 m3, o que poderia construir aproximadamente 15 mil cadeiras. Estima-se que o exemplar é do ano de 1020 a.C..

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Adaptado: Viverde Eco

Maternidade Animal: As mais lindas Raposinhas Bebês


Vamos dar as boas vindas a estes lindos bebês, que nasceram no Jardim Zoológico de Everland,  o fotógrafo Cherl Kim registrou tudo! Pela primeira vez em nossa coluna “Maternidade Animal” as inconfundíveis Raposinhas Fennec! Suas orelhas enormes e retas ajudam a ouvir o menor dos sons, podendo até escutar insetos andando sobre a areia. A outra vantagem do tamanho de suas orelhas é que elas servem como um resfriador do seu corpo: expelem o excesso de calor, ajudando o animal a permanecer frio no calor do deserto. As Raposas Fennec fazem parte do Plano de Sobrevivência das Espécies, administrado pelo Jardim Zoológico de St. Louis. 


A menor espécie de raposa, denominada Fennec, é originária do deserto de Saara, na África. Ela vive do leste de Marrocos até o Sudão e o Egito.

Quando adulto, este animal pesa menos de 3 quilos. Alimenta-se de insetos, de pequenos roedores, de ovos de passarinhos e de plantas do deserto.

A coloração de seu fino pêlo vai desde o amarelo bem claro até o creme, com pontas brancas e algumas manchinhas pretas. Estes animais se misturam com facilidade com a areia do deserto.

A sola de suas patas é coberta por um pêlo grosso, para protegê-lo da areia quente. É um animal noturno, muito ágil, bom saltador e cava o solo com grande rapidez. Como outros animais noturnos, esta raposa tem a visão como um binóculo, que possibilita enxergar bem no escuro, facilitando a sua caçada.

Um casal pode permanecer junto por alguns anos. Durante o cio, o macho é extremamente agressivo e marca o território com sua urina. Ele defende a fêmea antes e durante o nascimento das crias.

O período de gestação desta raposa dura de 50 a 52 semanas. Podem nascer de três a cinco filhotes, mas normalmente só nascem dois. A amamentação dura de 9 a 10 semanas. Os olhos dos filhotes só abrem depois de quatorze dias quando começam a comer a presa, a comida que seus pais lhes trazem. Pai e mãe dividem a responsabilidade em cuidar dos filhos.

As raposas do deserto moram em cavernas que podem conter uma série de túneis. As tocas são compartilhadas por grupos, que podem ser até de mais 10 raposas.

Essa vida noturna e subterrânea reduz a necessidade de regular a temperatura. Por isso, essa espécie de raposa é totalmente adaptada a viver no deserto e pode passar longos períodos sem necessitar de água.

Quando essa raposa pega sua presa, a leva para seu esconderijo antes de comê-la. É uma espécie muito ciumenta de sua alimentação, briga pela comida, gritando, batendo e empurrando. Mesmo que às vezes tenha que dividir com os da sua família, certamente, gostaria de ter a comida só para si.

A raposa Fennec tem poucos inimigos: cobras e gatos do deserto são os mais perigosos, mas ela corre de seus predadores. Outros inimigos possíveis são a hiena e o chacal e o que a livra deles são os seus excelentes instintos e sentidos.

Porém, seu grande inimigo é o homem. Os árabes nômades do deserto do Saara, depois de caçá-la ainda jovem, a vende em vilas e cidades, onde é presa em gaiolas e cevada para depois ser comida!

Também é vendida como animal de estimação, e faz sucesso pelo seu tamanho. Quando domesticada, gosta de comida quente, batata frita, passas e vegetais frescos.

Por ser muito caçada, tornou-se um animal raro ou quase em extinção, e atualmente a espécie é protegida por órgãos internacionais que são responsáveis pela fauna e a flora.

Fonte: http://www.everland.com

Conheçam os finalistas do Concurso de Fotografia Amador Europeu














Fonte: http://www.wild-wonders.com

A arte do equilíbrio com pedras


“A coisa mais bela que podemos vivenciar é o mistério. Ele é fonte fundamental da verdadeira arte e de toda ciência. Aquele que não o conhece e não mais se maravilha, paralisado em êxtase, é como se estivesse morto” Albert Einstein









 

Adrian Gray desenvolveu a habilidade de equilibrar pedras através dos anos, criando uma forma de arte quase impossível de acreditar.

Para tornar o desafio ainda mais complicado e o resultado mais impressionante, ele explica que o segredo é escolher as pedras que apresentam pouca possibilidade de se encontrar um ponto de equilíbrio.

Com técnica apurada e paciência, Adrian consegue criar as mais espetaculares composições, sem cola, ímãs, truques ou photoshop, somente a gravidade.

Sua arte é isso, o equilíbrio entre pedras. Simples e extraordinária.

Fonte: Sintonia Fina

 

Maternidade Animal: Conheça Ruth, a pequena bebê preguiça!


Vamos conhecer a bebê Ruth, ela nasceu no Rosamond Gifford Zoo abaixo do peso, Ruth recebeu um tratamento intensivo a base de um cardápio nutricional. Agora Ruth é feliz e saudável, tão ativa como uma preguiça deveria ser. As preguiças não estão na lista de espécies ameaçadas de extinção. No entanto, seu habitat está sendo rapidamente destruído, deixando-as vulneráveis e sem lar, causando a diminuição de sua população. Elas fazem parte de um Plano de Sobrevivência das Espécies (SSP) – um esforço de colaboração entre a Associação de Zoos e Aquários e zoológicos em todo o mundo para ajudar a garantir a sua sobrevivência.

 

Fonte: Rosamond Gifford Zoo

WWF-Brasil lança o movimento “Cuidar da natureza é cuidar da vida”


O WWF-Brasil lança hoje o movimento “Cuidar da natureza é cuidar da vida”, sobre a importância da conservação da biodiversidade, como um alerta às consequências que o descuido com a natureza pode provocar. Associada à meta do WWF-Brasil de contribuir para que a sociedade brasileira alcance o desmatamento zero até 2015, a iniciativa teve uma primeira etapa que, durante o mês de setembro, instigou a população a responder à pergunta “O que você precisa pra viver?”. Sem saber que o WWF-Brasil era o autor da campanha, foram enviadas respostas variadas. Hoje, ao lançar o movimento, a organização responde que “Para viver você precisa que a natureza também viva” e apresenta uma lista com 10 áreas prioritárias para a criação de novas unidades de conservação na Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal.

Amor, amigos, sol, saúde e família foram as principais respostas da primeira etapa coletadas nas ruas, no Twitter, no Facebook e no Youtube. “A ausência da natureza nesse tipo de preocupação mostra a necessidade de valorização desse tema na opinião pública nacional”, afirma Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil. “Esse processo de conscientização sobre o papel que a biodiversidade tem na vida de todos nós é mais urgente do que nunca, pois não é exagero dizer que, vivemos uma crise de biodiversidade, que coloca em risco a nossa saúde e meios de subsistência. Podemos reverter essa situação, por isso a campanha pretende indicar soluções para a sociedade brasileira.”

A resposta “Para viver você precisa que a natureza também viva” sustenta sua argumentação na manutenção dos serviços ecológicos, como o equilíbrio climático e a prevenção e recuperação de desastres ambientais; no uso direto da biodiversidade, como os recursos naturais que fornecem remédios, fibras e combustíveis para a garantia do nosso bem-estar; na segurança de estoques de alimentos naturais como peixes, frutas e verduras; e no uso público, pois as áreas protegidas também podem ser fonte de lazer e aprendizado. Sem esquecer os benefícios econômicos, pois a biodiversidade é um recurso do qual dependem famílias, comunidades e gerações futuras.

A campanha de comunicação integrada foi criada pela agência Repense, e incluí ações on-line, com foco nas mídias sociais, propaganda e ações de mobilização urbana que serão implementadas nos próximos meses. Grandes empresas também aderiram à primeira etapa do movimento, apoiando a disseminação da mensagem. O Walmart Brasil veiculou a vinheta “O que você precisa para viver?” em quatro mil televisores em suas lojas por meio de seu canal TV Walmart; o Yazigi divulga em sua rede que conta com 420 escolas; a Seguros Unimed espalhou peças da campanha por sua comunicação interna; e os hotéis da rede Sol Meliá em Brasília prepararam uma comunicação especial para engajar os hóspedes no movimento, com cartazes nos elevadores e cartões-postais na recepção. A indústria farmacêutica Boehringer Ingelheim programou a distribuição de cartões postais da campanha e sementes para o público do Edifício Rochaverá, o primeiro empreendimento greenbuilding de São Paulo.

WWF-Brasil propõe a criação de unidades de conservação em 10 áreas prioritárias


Em tempos relativamente recentes, o mundo começou a perder espécies e habitats a uma velocidade alarmante. Na área de farmacologia, a estimativa é que entre 50 mil e 70 mil espécies vegetais sejam fontes de ativos para uso na medicina tradicional e moderna em todo o mundo. A poluição, o uso excessivo dos recursos naturais e a expansão urbana e industrial levam muitas espécies à extinção. A cada ano, aproximadamente 17 milhões de hectares de floresta tropical são desmatados. Avaliações sugerem que, se esse ritmo se mantiver, entre 5% e 10% das espécies que habitam as florestas tropicais poderão estar extintas dentro dos próximos 30 anos.

Por isso, uma ação diretamente ligada ao movimento é a proposta de criação de unidades de conservação em dez áreas prioritárias. Estes espaços instituídos pelo poder público terão a finalidade de conservar as características naturais relevantes em cada área. A lista criada pelo WWF-Brasil é uma sugestão para o governo brasileiro alcançar, ainda em 2010, as metas de cobertura natural protegida por unidades de conservação estabelecidas pela Convenção sobre Diversidade Biológica da Organização das Nações Unidas (CDB).

Os focos são a Reserva Extrativista Baixo Rio Branco – Jauaperi (Amazonas), o Parque Nacional dos Lavrados (Roraima), o Parque Nacional Chapada dos Veadeiros (Goiás), o Parque Nacional Boqueirão da Onça (Bahia) e outras unidades no Cerrado do Amapá, no Tabuleiro do Embaubal (Pará), no Croa (Acre), no extremo Sudoeste do Pantanal e em Bertioga, São Paulo. No âmbito da CDB, o governo brasileiro se comprometeu a garantir a cobertura, por unidades de conservação, de 10% em cada bioma (conforme a área original) e de 30% na Amazônia. Hoje, somando todas as unidades existentes no País, ainda resta proteger aproximadamente 2,5% do território nacional em área terrestre e 8,5% em área marinha.

Fonte; http://www.wwf.org.br