Escola ecológica feita de bambu


Esta impressionate escola foi construída na cidade de Bali na Indonésia. Foi projetada para se integrar a comunidade local convidando a todos a uma vida mais sustentável.  
A escola ainda conta com bosques de bambu e um enorme laboratório todo construído em bambu.
Seu campus ocupa os dois lados do rio Ayung, envolto por uma densa floresta nativa. A energia local é gerada utilizando fontes alternativas, como micro hidrelétricas e painéis solares.

Idéias sustentáveis e inovadoras, que exploram de maneira positiva o que a natureza nos oferece. O resultado é uma obra que inspira não só os alunos mas toda a comunidade ao redor.

Fonte: houseindesign

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Eco Chic: Bolsa eco-friendly se transforma em vaso criativo


Fonte: Ecouterre

Maternidade animal: O mais lindo bebê coala do mundo


Vamos dar as boas vindas a este lindo e fofinho bebê Coala, ele nasceu no Zoo de Riverbanks e não desgruda de sua mamãe Lottie por nada.

Características

O coala tem a cabeça grande, o focinho curto e os olhos bem separados. Tanto os membros anteriores como os posteriores possuem cinco dedos. O polegar das patas posteriores é bastante pequeno, não sendo dotado de garras. Os outros dedos são fortes e terminam em garras alongadas.

A pelagem é densa e sedosa, desempenha papel importante na regulação térmica e na proteção dos agentes atmosféricos. Como o coala não constrói um abrigo, dorme exposto ao sol e a chuva. A pelagem do dorso é muito densa e de uma coloração escura que absorve o calor. Torna-se mais escassa durante o verão e mais cumprida durante o inverno.

Possui um bom senso de equilíbrio e músculos possantes nas coxas, e quando escala uma árvore, a falta de cauda é compensada pelos dedos bastante largos e pelas garras muito desenvolvidas.

Habitat natural

Os coalas e a maioria dos marsupiais só são encontrados na Austrália. Sua abundância na Austrália deve-se à separação entre aquele continente e outras massas terrestres antes que os mamíferos placentários pudessem se estabelecer ali. O coala acabou por ser vítima da caça e da destruição do seu habitat florestal. Antes da chegada do homem branco, em finais do século XVII, este marsupial ocupava uma superfície três vezes mais vasta do que a atual. Este animal foi recentemente introduzido ou reintroduzido em algumas ilhas perto da costa, bem como no interior do país. Estas novas populações foram o fruto de estudos científicos que deram valiosa contribuição para o conhecimento dos comportamentos da espécie.

Reprodução e gestação

A época de reprodução dos coalas dura cerca de quatro meses. Neste período, os machos sexualmente maduros exploram o seu território, atraindo as fêmeas no cio, e enchem o local de marcas odoríferas, emitindo simultaneamente um som semelhante a um mugido. As fêmeas demonstram em geral grande agressividade com relação aos machos, os quais repelem violentamente. O acasalamento, que dura alguns segundos, dá-se em posição vertical sobre um galho de eucalipto. Depois que terminada a conjunção, os companheiros se separam. O macho não se ocupa do sustento do filhote: tal coisa compete à fêmea, que só tem uma gravidez por ano e geralmente só dá luz à um filhote; muito raramente dois. A gestação dura em média 35 dias.

Filhote

O coala é muito pouco desenvolvido ao nascer. Pesa apenas 0,5 g e tem menos de 20 mm de comprimento. O corpo é nu, cor-de-rosa e raiado de vasos sanguíneos; os olhos e os ouvidos estão fechados; a boca, as narinas e as patas posteriores são apenas um esboço. Somente as patas anteriores são suficientemente robustas para lhe permitir executar sozinho o fatigante trajeto até a bolsa ventral da genitora e ali permanecer agarrado a uma das duas mamas.

Por volta dos cinco meses e meio, a cria começa a sair do seu tranqüilo abrigo, mas não se afasta muito da mãe e, ao primeiro sinal de perigo, torna a entrar ou então emite uma espécie de vagido.

Aos 6 meses, o coala está coberto de pêlos, mede cerca de 20 cm e pesa entre 400 e 500 g. Durante os primeiros meses de vida, o regime alimentar do coala é muito especial: ele consome uma papa que é constituída de folhas de eucalipto pré digeridas que sai do intestino da mãe.

A permanência fora do refúgio vai aumentando e, aos 8 meses, torna-se definitiva. A partir daí, o jovem só enfia a cabeça no marsúpio quando tem de mamar. Durante as peregrinações noturnas, a mãe ainda o transporta sobre o dorso.

Com cerca de 1 ano de idade, o filhote está completamente desmamado. Caso se trate de uma fêmea, só irá se afastar da mãe quando for à procura de um território próprio. Mas se for macho, será expulso na época reprodutiva pelo macho residente.

Predadores e ameaças

A maior ameaça para os Coalas é o próprio homem, que vem destruindo seu habitat e o caçando indiscriminadamente. Na natureza o coala tem poucos predadores, o mais importante é o Canis dingo – um cachorro selvagem – que mata os coalas velhos ou doentes. O coala é uma presa fácil por causa dos seus hábitos sedentários e devido aos seus movimentos lentos. Quando pressente um perigo vindo do solo, tem o costume de se esconder em vez de fugir.

Fonte: www.riverbanks.org

Abajur sustentável: Feito de copos descartáveis


Esta é mais uma peça ecológica baseada na reutilização de materiais, todo o conceito da peça gira em torno da sustentábilidade, isto porque sua estrutura modular obtida através da reutilização de copos plásticos (tamanho de café) torna necessária a utilização de lâmpadas de baixo consumo (frias). Estas lâmpadas não atingem temperaturas elevadas durante sua utilização. Caso contrário, a estrutura plástica poderá derreter causando um acidente.

Vasos de plantas: Com design criativo e materiais inusitados (Green Decor)


Cortina criativa: Feita de tampas de garrafas pet


Que tal decorar sua casa de forma sustentável? Inspire-se nesta cortina eco-chic, feita com tampas de garrafas plásticas e linha de pesca.



Estudo revela como a lua cheia interfere no comportamento dos animais e do homem


Dizem que a lua cheia deixa as corujas mais falantes, os sapos mais brincalhões, e cães e gatos mais agressivos. Os lobos também ficam mais propensos a uivar. Moluscos, crustáceos, insetos, peixes, pássaros, mamíferos e anfíbios são todos influenciados pela lua, de acordo com os pesquisadores. E os humanos também estariam na mira lunar, com estatísticas que provam o aumento de casos de violência, de envenenamento, de internações em hospitais e baixa nos estoques dos supermercados na lua cheia. Seria mesmo culpa dela?

Os efeitos da lua são há muito tempo uma fonte de fascínio. A maioria das pessoas – metade dos estudantes e 80% dos profissionais de saúde, de acordo com dois estudos – acha que as fases da lua podem mesmo interferir no comportamento. Um novo estudo da Escola de Medicina da Universidade de Kioto prova que há, sim, uma alteração do campo geomagnético em períodos de lua cheia e que a atividade geomagnética cai 4% nos sete dias que antecedem a lua cheia e aumenta em quantidade similar logo após.

No estudo, os especialistas dizem: “Acreditamos que a lua aumente a sensibilidade de recepção magnética dos animais. Temos a hipótese de que os animais respondam à lua cheia por causa das mudanças nos campos geomagnéticos. Como isso interfere no comportamento ainda não está claro, mas uma das hipóteses é que essas alterações no campo eletromagnético interfiram na produção noturna de melatonina. A melatonina ajuda a regular outros hormônios e mantém o ritmo circadiano (o nosso relógio interno de 24 horas). E sua produção é afetada pela luz.”

A luz refletida pela lua cheia – cerca de 12 a 16 vezes mais potente em noites escuras do que a luz de outras fases lunares – também pode explicar a atividade dos lobos e de outros predadores. Estudos sugerem que os lobos vagam mais e têm mais dificuldade de localizar as presas quando é noite de lua cheia. Pesquisa da Fundação Zoo-Botânica, no Brasil, descobriu que os lobos ficam mais estáticos em noites de lua cheia em comparação com as noites de lua nova.

– Há um efeito da lua sobre vários animais – diz a bióloga Rachel Grant, que estudou e monitorou a ação do satélite na Open University. – Em muitos casos, é uma reação ao aumento de luz, que facilita a ação dos predadores, mas também ajuda as presas a se esconderem. Mas há mudanças menos óbvias também. Há espécies de sapos que preferem copular na lua cheia e acreditamos que isso seja devido a um ritmo interno que programa o ciclo reprodutivo dos anfíbios.

Fonte: O Globo