Lustre ecológico: Passo a passo de como fazer o seu


Vamos conferir este rápido passo a passo que ensina a fazer um lindo lustre ecológico com material reciclado.

Fotos: www.denismas.com

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Curiosidades sobre o Bambu


Você sabia que?

  • O bambu é a planta com maior crescimento diário: no Japão o recorde foi de 121 cm em……24 h

  • Pode-se obter etanol a partir do bambu
  • O bambu pode apresentar até 10% de amido
  • O bambuzal pode servir de proteção contra catástrofes naturais, como vendavais e tremores de terra
  • Rizomas de bambu do gênero Sasa podem alcançar 600 km/ha
  • O bambu apresenta cerca de 55% de celuloseO rendimento (t/ha/ano) em carvão de uma plantação de bambu é similar àquele de um plantio de eucalipto

  • A densidade do carvão do bambu é superior à densidade da madeira de eucalipto
  • O carvão de bambu apresenta propriedades medicinais: algumas pessoas o utilizam para banhos de imersão
  • Dentre os vários filamentos para a lâmpada testados por Thomas Edson, o carvão de bambu foi o mais adequado
  • Na Índia cerca de 70% do papel é feito à base de bambu
  • Pode-se fazer laminado-colado e pisos de bambu

  • Diversas ferramentas e utensílios domésticos podem ser feitos com o bambu
  • A ponte Golden Gate foi inspirada em pontes pênseis de bambu trançado na China
  • Cabos de bambu trançado podem ser equivalentes ao aço CA25
  • A resistência à compressão de uma peça curta de bambu pode ser 6 vezes superior ao concreto
  • A drenagem com o uso de colmos de bambu é muito eficiente

  • Na Tanzânia existem 700 km de tubulações de bambu para irrigação
  • No Nordeste do Brasil (Maranhão, Pernambuco e Paraíba) existem milhares de hectares de bambu plantados para a produção de papel
  • O bambu raramente floresce e, quando o faz, todos os indivíduos com a mesma origem genética podem florescer simultaneamente (em qualquer lugar em que estejam), vindo a morrer
  • É uma oportunidade rara para propagar o bambu através de sementes
  • A maior parte dos bambus deve receber um tratamento preservativo

  • Existem mais de 4000 usos catalogados para o bambu
  • A estrutura dos barcos modernos foi baseada na anatomia do bambu
  • Bambu picado pode substituir a areia/brita na confecção de concreto leve (Biokreto)
  • O uso do bambu para reforço do concreto é anterior à Segunda Guerra Mundial
  • Filtros para café também podem ser feitos com o bambu

  • Um telhado pode ser realizado com telhas de bambu (capa-canal)
  • De acordo com o ditado popular o bambu deve ser cortado na lua minguante, antes do sol nascer. A atividade celular é menor facilitando o tratamento após o corte e dificultando o ataque dos inimigos naturais do bambu.
  • O caruncho é o maior inimigo do bambu
  • O bambu foi uma das primeiras manifestações de vida após o bombardeio nuclear de Hiroshima

Reflexão

Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente 5 anos, exceto o lento desabrochar de um diminuto broto, a partir do bulbo.

Todo o crescimento é subterrâneo: uma maciça e fibrosa estrutura da raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra, está sendo construída, invisível a olho nu.

Então, no final do 5° ano, o Bambu Chinês cresce até atingir a altura de 25 metros.

Covey escreveu:
“Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao Bambu Chinês, você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir o seu crescimento, e, às vezes, não se vê nada por semanas, meses ou anos, mas se tiver paciência para continuar trabalhando persistindo e nutrindo, o seu 5° ano chegará e com ele virão o crescimento e mudanças que você jamais esperava.”

O Bambu Chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos, de nossos sonhos. Devemos sempre lembrar dele para seguirmos em frente diante das dificuldades que surgirão.

Tenha sempre dois hábitos:

Persistência e Paciência.
É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão.

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A natureza através das lentes do fotógrafo Octavio Salles + Entrevista exclusiva!


Estamos inaugurando mais um espaço em nosso site, a coluna Papo Verde!

Convidamos o fotógrafo Octavio Campos Salles para nosso bate papo inaugural!

Perfil: Durante 8 anos, Octavio organizou viagens de pescaria e ecoturismo rumo as águas escuras do Rio Negro, no coração da Amazônia. Nesses anos ele pôde conhecer intimamente o estilo de vida dos ribeirinhos e a verdadeira natureza intocada da maior floresta tropical do mundo.

A fotografia surgiu naturalmente, da vontade de registrar as belezas naturais dos locais remotos que visitava com frequência. Hoje Octavio trabalha full-time com fotografia, prestando serviço para revistas nacionais e internacionais, como Birder’s World, Eurobike e Terra da Gente entre outras.

Vamos juntos mergulhar no universo de Octavio Campos Salles

Como a fotografia começou a fazer parte de sua vida?

Foi uma transição gradual. Antes eu trabalhava organizando viagens de pesca esportiva em rios distantes da Amazônia, trabalhei quase 8 anos com isso. Aos poucos fui me interessando cada vez mais em fazer boas fotografias das paisagens, animais e culturas diferentes que via nessas viagens.

Por que escolheu a fotografia como profissão?

Não foi algo totalmente premeditado, as coisas foram acontecendo e quando vi já estava  trabalhando full time com fotografia. Mas algo que realmente abriu meus olhos pra profissão foi quando um fotógrafo da National Geographic, hoje meu amigo, Roy Tanami, foi fotografar com a gente uma reportagem de capa sobre as pescarias na Amazônia pra revista Wild On The Fly. Vi que aquela podia ser uma profissão muito boa.

Quais os principais quesitos para se tornar um bom fotografo da natureza?

Paciência e perserverança. Na natureza raramente as coisas são totalmente previsíveis. O assunto que você quer fotografar pode não aparecer naquele dia, a luz pode não estar boa, etc. Pra ser tornar um bom fotógrafo de natureza é primeiro necessário passar pela fase de “registro”, onde o fotógrafo sai fotografando tudo que vê, sem paciência de esperar, as vezes por horas, o momento ideal. A intenção, em boa parte das ocasiões, não é a de registrar a cena que você está vendo, mas sim a cena da forma que você vê. Essa é a grande diferença da fotografia pro video, a fotografia carrega emoção.

Qual a principal característica para haver integração entre o fotógrafo e o meio ambiente?

Acho que é preciso primeiro entender bem como aquele ecossistema funciona. Não basta, por exemplo, apenas saber identificar as aves se você está fotografando elas. É preciso entender suas relações com todas as outras variáveis ao redor: outros animais, plantas e frutos, temperatura, umidade, hora do dia, como e por que ela evoluiu pra ser o que é, etc. Quando começo a me sentir “em casa” e confortável com o meio ambiente ao redor, é aí que saem as fotos realmente boas.

Conte um pouco de seu interesse por temas ambientais. Quando começou? Quais suas principais preocupações?

Desde criança sempre fui muito atraído pela natureza e sempre soube que iria trabalhar com algo relacionado a ela. A pesca esportiva me levou a conhecer muitos locais distantes do Brasil e do mundo e com isso essa atração foi crescendo cada vez mais. Hoje minha principal preocupação é realmente com o desmatamento. Enquanto algumas ameaças praticadas no passado estão aos poucos melhorando, como a caça predatória e a captura de animais silvestres (pelo menos no SE!), outras continuam a todo vapor. É o caso do desmatamento na fronteira sul da Amazônia. O governo anuncia que o desmatamento está em queda, mas desconfio desses números. E mesmo se forem reais, ainda assim o desmatamento é absurdo. É ele que está causando esses períodos de seca super fortes que estamos vendo nos anos recentes. Outro grande problema ambiental ocorrendo hoje no Brasil, e com relativa pouca atenção dada pela mídia, é a pesca predatória tanto em água doce quanto salgada. Os mares do Brasil estão a um passo do colapso total pois não há controle algum sobre a pesca comercial. E quando isso acontecer toda a cadeia alimentar vai ralo abaixo. Na Amazônia muitas comunidades já passam fome pois não há mais peixe nos rios.

Como foi a experiência de viver na selva Amazônica?

Eu não diria que eu cheguei a viver lá, mas já passei sim muito tempo lá, em locais muito distantes das cidades e vivendo o dia-a-dia junto com os moradores locais ao longo dos anos. Posso dizer que foi uma experiência única, que me fez enxergar a vida de uma forma bem diferente, me fez entender bem a relação daquelas pessoas com a floresta e com seus ancestrais. É impressionante você ler relatos sobre índios no passado e ver que até hoje muitos desses conhecimentos milenares continuam na cultura do caboclo amazônico, talvez meio camuflados, mas continuam lá. São esses conhecimentos que permitem que eles sobrevivam na floresta. Você vê um lado humano mais primordial, que na nossa sociedade já está muito encoberto. É um outro tipo de cultura, muito mais antiga e arraizada que a nossa, que aliás hoje passa por um momento de extremo superficialismo. Essas experiências foram e continuam sendo tão marcantes que meu sócio de pescarias na época, e hoje amigo, Manuel Guiu, está escrevendo um livro sobre nossas viagens na Amazônia.

Já houve algum acontecimento inusitado em sua carreira de fotógrafo que gostaria de relatar?

Já sim, alguns. Um dos mais marcantes foi durante a expedição pra Serra do Aracá, uma cadeia de montanhas tepui no extremo norte do Brasil, um lugar praticamente desconhecido. Durante essa expedição em determinado momento tivemos que abandonar as canoas e seguir a pé pela floresta por vários dias. A comida era aquilo que nossos guias conseguiam caçar, já que não haviam rios grandes o suficiente por perto pra pescar. Como moradores locais, eles tem direito à caça por subsistência. No final de um dia inteiro andando com equipamento pesado nas costas a fome estava grande. Logo nossos guias encontram um grupo de macacos-coatá, muito abundantes lá. Dois tiros certeiros mataram dois indivíduos do grupo. Não vou mentir, parecem sim humanos. Comer carne de macaco pela primeira vez é bem estranho, mas mata a fome. O gosto? Não sei, a carne era muito dura pra sentir qualquer gosto.

Já correu algum risco para tirar uma foto?

Já fui quase mordido por uma cobra caninana na Mata Atlântica, enquanto fazia uma foto dela. Mas com certeza os maiores riscos que corri, provavelmente em toda minha vida, foram durante a expedição pra Serra do Aracá. Escalar pedras lisas em meio a cachoeiras íngremes, a mais de 5 dias de viagem da cidade mais próxima não é muito confortável. Nessa viagem encontramos uma anta nadando em um poço de um riacho. Ao me aproximar ela ficou bem brava e me ameaçando, até que uma hora partiu galopando em minha direção, com cara de poucos amigos. Deu tempo de fazer uma foto rápida e sair correndo dalí.

Quais as viagens inesquecíveis que fez com o intuito de fotografar?

Algumas pela Amazônia, como a pra Serra do Aracá. Outra viagem fantástica foi pra Lagoa do Peixe, no RS. É incrível ver aves frágeis que acabaram de chegar de jornadas épicas desde o Circulo Polar Ártico praticamente sem paradas até as águas rasas da Lagoa com o único intuito de se alimentar.

E qual o melhor momento fotografado?

Acho que foi uma foto que fiz dois meses atrás no Buraco das Araras, no MS, de duas araras-vermelhas brincando em pleno vôo. Infelizmente não posso ainda publicar essa foto por questões editoriais. Outras fotos inesquecíveis foram a da ave chamada formigueiro-do-caura, a qual foi a primeira foto conhecida da espécie e também do caburé-acanelado, uma corujinha muito rara fotografada na RPPN Parque do Zizo, em São Miguel Arcanjo.

Qual a foto da natureza que você ainda não fez – e gostaria de fazer?

Nossa, são muitas, é uma lista sem fim (e que espero nunca acabar!). Sonho em conhecer as ilhas Georgia do Sul e fotografar mais aves marinhas, como os albatrozes – adoro eles. Também quero explorar outros cantos distantes da Amazônia e quem sabe um dia fotografar uma onça-pintada escura, selvagem é claro.

Existe alguma espécie animal de sua preferência?

As aves sem dúvida. Tenho especial atração pelos albatrozes, corujas e tucanos.

Foi o 1º colocado no concurso Avistar / Itaú de aves brasileiras. Como foi esta experiência?

Foi muito bom, ver seu nome em 1º colocado de um concurso tão concorrido é muito gratificante, foi uma emoção enorme. Mas hoje não concordo mais com as regras impostas pelo Banco Itaú de manter todos os direitos patrimoniais da foto. Isso não acontece em nenhum grande concurso de fotografia no mundo e acredito que é questão de tempo pro pessoal do Itaú perceber isso também e mudar as regras. Com isso o banco ficaria com uma imagem mais atualizada e sensível às necessidades profissionais daqueles que fazem o concurso ser grande, os fotógrafos. Acredito que um grande concurso de fotografia deve ser uma parceria entre os fotógrafos e a organização, e não apenas uma forma barata de obter um banco de imagem. Pega mal entende? Enquanto as regras não mudarem, eu não participo mais, infelizmente.

Você tem algum hobby além das fotos?

Meu hobby número um, que acabou virando profissão depois, sempre foi a pesca esportiva, em especial a pesca com fly, mas hoje estou meio parado, a fotografia ocupa todos os espaços. Também gostava muito de surfar e mergulhar.

Qual a melhor palavra para definir seu trabalho?

Loucura? Hehe… não, acho que “Perserverança”.

Acredita em inspiração?

Minha inspiração é a natureza. Não há nada mais incrível, mas é preciso saber olhar.

Qual a foto que mais o emocionou?

A do meu filho com cerca de 2 meses, abraçanco um ursinho de pelúcia. Com foto relacionada a natureza eu gosto muito de uma foto preto-e-branco de uma samaúma enorme feita no Rio Caurés, na Amazônia. Ao meus olhos ela representa a grandiosidade da floresta.

Qual equipamento recomenda para quem quer iniciar?

Uma camera DSLR modelo de entrada da Nikon ou Canon, particularmente prefiro e uso Nikon, mas é gosto pessoal. Uma ou duas lentes adequadas ao tipo de fotografia que a pessoa pretende fazer… e o mais importante, muita prática e querer aprender, não só aprender o lado técnico mas, principalmente, aprender a treinar o olhar.

Quais são seus planos para o futuro?

Tenho me dedicado aos workshops de fotografia que faço tanto com clientes estrangeiros quanto brasileiros. No feriado de 12 de outubro vou estar ministrando um curso de edição e tratamento de imagens na Reserva Guainumbi, em São Luis do Paraitinga, pertinho de Ubatuba. Serão 4 dias fotografando e aprendendo todos meus segredos na edição de imagens, que é praticamente a segunda metada da fotografia digital. O primeiro curso foi um sucesso então estamos repetindo a dose. Aos interessados por favor visitem o site http://www.octaviosalles.com.br/workshops_tratamento.html ou ainda o meu blog em www.octaviosalles.wordpress.com onde sempre estou colocando novidades.

Aonde são publicadas as suas fotos? Nos fale de seus projetos atuais.

Algumas fotos são publicadas na revista Terra da Gente, outras em revistas de observação de aves no exterior, como a Birder’s World. Em breve também vou ter muitas fotos publicadas em uma edição especial da revista inglesa Travel Brazil Magazine. Um projeto mais imediato é o de fotografar onças-pintadas no Pantanal, na semana que vem aliás.

Qual é o seu recado para os leitores da Viverde Eco que querem começar a fotografar a natureza?

Nesse exato momento algo fantástico está ocorrendo lá fora e ninguém está fotografando, e não precisa ser longe não, no seu jardim ou num parque próximo já tem muita coisa pra ver e fotografar. É um hobby apaixonante.

10 dicas verdes para o seu trabalho!


Estas dicas simples irão reduzir o impacto que seu trabalho causa no meio ambiente, tornando-o mais “verde”, ajudando a economizar energia, dinheiro e recursos.

1.   Use a luz com inteligência: a iluminação artificial é reponsável por 44% do consumo de eletricidade nos escritórios.

  • Desligue as luzes quando sair de sua sala, utilize a luz natural sempre que possível.
  • Utilize lâmpadas econômicas, consomem 3 vezes menos energia que as lâmpadas comuns. Se possível instale timers ou sensores de movimento que desligam automaticamente as luzes não forem necessárias.

2.   Maximize a eficiência de seu computador: Os computadores são um dos maiores vilões do desperdicio, ele pode ser configurado para poupar energia quando não esta em uso.

  • Desligue o computador por completo, incluindo o cabo de alimentação e estabilizadores caso utilize.
  • Configure seu computador para “dormir” automaticamente durante intervalos curtos, esta medida  pode reduzir o consumo de energia em até 70%.
  • Na compra de novos equipamentos como computadores, monitores e impressoras, procure aqueles com baixo consumo de energia. Os equipamentos antigos devem ser encaminhados a uma empresa de reciclagem, especializada no manejo deste tipo de residuo pois são extremamente perigosos e podem comprometer o meio ambiente por gerações inteiras.
  • Computadores antigos que ainda funcionam podem ser doados, certamente existem muitas instituições ou pessoas que ficarão muito felizes em receber sua doação.

3.   Impressão consciente: Existe muito desperdicio de papel nos escritórios, podemos reduzir seu consumo com medidas simples.

  • Imprima em ambos os lados, quando o documento não for mais necessário separe o papel, seu verso poderá ser usado novamente em novas impressões, fax, bloco de anotações entre outros usos.
  • Evite a impressão colorida, e imprima em modo rascunho, sempre que possível.
  • Procure utilizar papel reciclado, ele causa menor impacto ao meio ambiente.
  • Separe os cartuchos de tinta e toner de suas impressoras para que possam ser remanufaturados. De acordo com a Office Depot, cada cartucho de toner recondicionado “evita que cerca de 2,5 quilos de metal e plástico cheguem até os aterros … e evita o uso de cerca de meio galão de petróleo.”
  • Pense antes de imprimir um documento: Ele pode ser lido ou armazenado online? Quando você receber catálogos, boletins ou revistas não desejadas, peça para ser removido da lista.
  • Faça o download da Ecofont – uma fonte que possui pequenos pontos, que minimizam o uso de tinta em até 25% sem afetar sua legibilidade. O melhor de tudo: é grátis.
  • Os informativos de sua empresa devem ser impressos? Procure usar os recursos online ao invés de distribuir cópias impressas. São mais fáceis de distribuir e atualizar.

4.   Descarte responsável

  • Quaisquer resíduos que não podem ser renovados devem ser eliminados de forma adequada. Tudo, desde monitores, impressoras, baterias. Estes resíduos devem ser encaminhados a empresas de reciclagem capacitadas, com pouco ou nenhum custo.

5.   Recicle +

  • Quanto mais reciclar, melhor! Procure mais informações sobre oque pode ser reciclado.
  • Coloque recipientes para reciclagem em áreas acessíveis, de alto tráfego e com informações claras sobre o que pode e o que não pode ser reciclado.

6.   Econimize água

  • Instale torneiras de baixa vazão e dispersores de torneiras, medida simples que irá conservar milhares de litros de água por ano.
  • Certifique-se, também, que não hajam torneiras com vazamentos ou em suas conexões, o ideal é que sejam feitas vistorias periódicas. Utilize sistemas de aquecimento solar que irão reduzir seu consumo de energia elétrica.

7.   Seja consciente com o que (e como) você come

  • Tenha com você sua própria caneca ou garrafa de água reutilizavél.
  • Subsitua os itens descartáveis, por pratos, talheres e copos reutilizáveis. Procure comprar alimentos orgânicos, alimentos da estação e de origem local.
  • A empresa deve fornecer água potável aos seus colaboradores, reduzindo assim o consumo individual de garafas de água “descartáveis”.

8.   Repense suas viagens

  • Utilize soluções tecnológicas que possam reduzir a quantidade de viagens dos funcionários, sistemas de vídeo conferência, comunicadores com skype entre outros.

9.   Pense a respeito do seu trajeto

  • Que tal práticar algum exercicio, vá de bicicleta ou caminhando ao trabalho. Pode também utilizar o transporte público. Agora se você precisa ir de carro, considere criar um programa de carona solidária, onde seus colegas podem ir junto com você, dividindos os custos e o melhor, diminuindo o impacto ao meio ambiente.
  • Algumas empresas possuem transporte próprio e se encarregam de buscar e levar seus funcionários de volta ao lar! Em média cada ônibus retira 25 carros do trânsito!

10.   Crie um ambiente de trabalho saudável

  • Tenha plantas em seu escritório, elas são verdadeiros filtros biológicos, limpando o ar e regulando a temperatura do escritório.
  • Utilizem cores claras no ambiente, elas reduzem a necessidades de iluminação artificial.

Amigos, espero que tenham gostado! Em breve teremos novas Dicas Verdes!

Humor Sustentável


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