Bebê canguru na bolsa da Mamãe


” O Amor de uma mãe a une eternamente ao seu filho, do ventre ao crescimento indo além da vida.” Ronaldo Santos

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Raros gatinhos nascem após embriões ficarem congelados por 6 anos


O Centro de Investigação de Espécies Ameaçadas de Audubon esta radiante com o nascimento de dois lindos e raros bebês. Dois gatinhos de pata preta africanos, espécie em risco de extinção. Estes são os primeiros filhotes de sua espécie a nascer a partir de um embrião congelado por meio da fertilização in vitro. O nascimento é o mais recente avanço no que se refere a reprodução assistida de espécies ameaçadas em todo o mundo.

Os gêmeos nasceram da mamãe de aluguel “Bijou” no dia 13 de fevereiro de 2011. Mas esta história começou em 2003, com a coleta e congelamento do esperma do pai Ramsés. O esperma foi descongelado em março de 2005 e utilizado para fertilizar o óvulo de Zora, uma gata de pata preta africana que vivia no centro de pesquisa. Desta vez os embriões foram congelados por mais 6 anos e só então foram transferidos para Bijou, a mamãe de aluguel em 7 de dezembro de 2010. Sessenta e nove dias depois, os dois filhotes se tornaram os primeiros da espécie a nascer como resultado desta técnica inovadora.

Com a rápida diminuição da população de espécies ameaçadas de extinção se torna muito importante utilizar a ciência como ferramenta na preservação das espécies. “Nós não sabemos qual será o futuro para muitas destas espécies, mas através da preservação do DNA e pesquisas sobre a criopreservação estamos aumentando consideralvelmente as chances de sobrevivência, mesmo de grupos de individuos que tenham sua populaçao diminuida a níveis perigosamente baixos.”

O programa de pesquisa de Audubon foi pioneiro em uma série de avanços da reprodução assistida, tendo seu foco principal nos pequenos felinos em extinção.

Estes raros gatinhos podem ser muito parecidos com gatinhos domésticos encontrados em qualquer lugar ao redor do mundo, mas seus números, de acordo com a Federação de Conservação dos Felinos, são muito baixos. Existem apenas 19 desses gatos em coleções zoológico nos Estados Unidos, e apenas 40 em todo o mundo. Nativo da África do Sul, é o menor dos felinos africanos.

Enquanto isso, os pequenos bebês estão sendo cuidados pela mamãe substituta e a equipe do centro de pesquisa, alegres sem saber de sua enorme contribuição para a ciência e proteção da sua espécie.

Fonte: Zooborns

Maternidade Animal: Lindo bebê leopardo da neve


Anunciamos a chegada de mais um lindo filhote, desta vez um raro leopardo da neve. Que nasceu no dia 10 de janeiro no Zoológico de Chattanooga, nosso bebê está crescendo rapidamente. A equipe de conservação das espécies ameaçadas comemora mais este nascimento, pois nesta época do ano são muito raras. Os leopardos da neve estão ameaçadas em seu habitat natural e instituições como o Jardim Zoológico de Chattanooga desempenham um papel fundamental na conscientização de sua situação em seus habitats ameaçados.

O Leopardo-da-neve (Uncia uncia) é um felino que habita as grandes altitudes geralmente em elevações entre 3000 e 4500 m, as vezes acima de 5500 m. Encontrado no Tibete, Nepal, Índia, Paquistão, Himalaia e monte Everest.

Sua pelagem, uma das mais belas dentre todos os felinos, é macia e espessa, de pêlos longos e sedosos é útil para se esconder ou se camuflar na neve e caçar suas presas por emboscada. Também apresenta adaptações para a vida em altas altitudes incluindo uma cavidade nasal larga e membros curtos.

Sua alimentação consiste de aves, roedores como a marmota e a lebre, e pequenos mamíferos como o carneiro-selvagem. Cada leopardo possui um vasto território no qual vagueia constantemente em busca de alimento.

Embora habite regiões remotas e de difícil acesso, atualmente o leopardo-da-neve se encontra na lista de espécies ameaçadas de extinção porque seus ossos, sua pele e alguns de seus órgãos são utilizadas pela medicina asiática para a produção de remédios.

Durante séculos foram alvo de mistério e folclore. Pessoas dos vilarejos acreditam que os leopardos da neve não comem a carne de suas presas, apenas tomam seu sangue (devido aos pequenos orifícios deixados por seus caninos, quando eles sufocam suas vítimas e pelos exemplos do abandono da presa antes da alimentação, quando são molestados pelos nativos).

São caçadores oportunistas, que podem predar desde um Yak (que pesa mais de 200 kg) até um pequeno veado almiscarado (que pesa somente 10 kg). Podem predar aves como o faisão ou as pequenas marmotas.

Fonte: Zooborns

Pequeno ursinho polar descobre a neve pela primeira vez


O pequeno bebê de 3 meses brinca feliz na neve junto a sua mamãe, muito brincalhão adora morder as patas da mamãe e rolar na neve!

Fonte: Zooborns

Maternidade Animal: O pequeno ursinho polar bebê nasceu


Pela primeira vez na semana passada, a mamãe ursa “Malik” persuadiu seu filhote de três meses a idade a sair de seu recanto acolhedor para uma pequena aventura ao ar livre, no Zoológico de Aalborg, na Dinamarca. 

Os veterinários do jardim zoológico ainda não haviam sido capazes de analisar com segurança o filhote, o sexo ainda é indeterminado. Infelizmente, o aquecimento global ameaça o habitat dos ursos polares, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificou o urso polar como vulnerável à extinção.

Fonte: Zooborns

Maternidade animal: O mais lindo bebê coala do mundo


Vamos dar as boas vindas a este lindo e fofinho bebê Coala, ele nasceu no Zoo de Riverbanks e não desgruda de sua mamãe Lottie por nada.

Características

O coala tem a cabeça grande, o focinho curto e os olhos bem separados. Tanto os membros anteriores como os posteriores possuem cinco dedos. O polegar das patas posteriores é bastante pequeno, não sendo dotado de garras. Os outros dedos são fortes e terminam em garras alongadas.

A pelagem é densa e sedosa, desempenha papel importante na regulação térmica e na proteção dos agentes atmosféricos. Como o coala não constrói um abrigo, dorme exposto ao sol e a chuva. A pelagem do dorso é muito densa e de uma coloração escura que absorve o calor. Torna-se mais escassa durante o verão e mais cumprida durante o inverno.

Possui um bom senso de equilíbrio e músculos possantes nas coxas, e quando escala uma árvore, a falta de cauda é compensada pelos dedos bastante largos e pelas garras muito desenvolvidas.

Habitat natural

Os coalas e a maioria dos marsupiais só são encontrados na Austrália. Sua abundância na Austrália deve-se à separação entre aquele continente e outras massas terrestres antes que os mamíferos placentários pudessem se estabelecer ali. O coala acabou por ser vítima da caça e da destruição do seu habitat florestal. Antes da chegada do homem branco, em finais do século XVII, este marsupial ocupava uma superfície três vezes mais vasta do que a atual. Este animal foi recentemente introduzido ou reintroduzido em algumas ilhas perto da costa, bem como no interior do país. Estas novas populações foram o fruto de estudos científicos que deram valiosa contribuição para o conhecimento dos comportamentos da espécie.

Reprodução e gestação

A época de reprodução dos coalas dura cerca de quatro meses. Neste período, os machos sexualmente maduros exploram o seu território, atraindo as fêmeas no cio, e enchem o local de marcas odoríferas, emitindo simultaneamente um som semelhante a um mugido. As fêmeas demonstram em geral grande agressividade com relação aos machos, os quais repelem violentamente. O acasalamento, que dura alguns segundos, dá-se em posição vertical sobre um galho de eucalipto. Depois que terminada a conjunção, os companheiros se separam. O macho não se ocupa do sustento do filhote: tal coisa compete à fêmea, que só tem uma gravidez por ano e geralmente só dá luz à um filhote; muito raramente dois. A gestação dura em média 35 dias.

Filhote

O coala é muito pouco desenvolvido ao nascer. Pesa apenas 0,5 g e tem menos de 20 mm de comprimento. O corpo é nu, cor-de-rosa e raiado de vasos sanguíneos; os olhos e os ouvidos estão fechados; a boca, as narinas e as patas posteriores são apenas um esboço. Somente as patas anteriores são suficientemente robustas para lhe permitir executar sozinho o fatigante trajeto até a bolsa ventral da genitora e ali permanecer agarrado a uma das duas mamas.

Por volta dos cinco meses e meio, a cria começa a sair do seu tranqüilo abrigo, mas não se afasta muito da mãe e, ao primeiro sinal de perigo, torna a entrar ou então emite uma espécie de vagido.

Aos 6 meses, o coala está coberto de pêlos, mede cerca de 20 cm e pesa entre 400 e 500 g. Durante os primeiros meses de vida, o regime alimentar do coala é muito especial: ele consome uma papa que é constituída de folhas de eucalipto pré digeridas que sai do intestino da mãe.

A permanência fora do refúgio vai aumentando e, aos 8 meses, torna-se definitiva. A partir daí, o jovem só enfia a cabeça no marsúpio quando tem de mamar. Durante as peregrinações noturnas, a mãe ainda o transporta sobre o dorso.

Com cerca de 1 ano de idade, o filhote está completamente desmamado. Caso se trate de uma fêmea, só irá se afastar da mãe quando for à procura de um território próprio. Mas se for macho, será expulso na época reprodutiva pelo macho residente.

Predadores e ameaças

A maior ameaça para os Coalas é o próprio homem, que vem destruindo seu habitat e o caçando indiscriminadamente. Na natureza o coala tem poucos predadores, o mais importante é o Canis dingo – um cachorro selvagem – que mata os coalas velhos ou doentes. O coala é uma presa fácil por causa dos seus hábitos sedentários e devido aos seus movimentos lentos. Quando pressente um perigo vindo do solo, tem o costume de se esconder em vez de fugir.

Fonte: www.riverbanks.org